Computador para clínica: o que levar em consideração

Computador para clínica: o que levar em consideração

O Computador para clínica virou uma ferramenta de trabalho essencial para todos os profissionais. Nas áreas odontológica ou radiológica a questão alcança ainda outro nível de necessidade superior.

Devido ao rápido avanço tecnológico dos equipamentos radiológicos digitais, saber escolher um computador potente, capaz de processar suas informações em softwares cada vez mais sofisticados, é fundamental para otimizar seu fluxo de trabalho.

Computador para clínica: as novas funções

O computador atualmente é mais que uma ferramenta exclusiva para o trabalho regular como o recebimento de e-mails, administração e automação da rotina da clínica, entre outras coisas.

Atualmente, ele é o coração da clínica: além de ser uma ferramenta indispensável para a rotina administrativa, também funciona como principal ferramenta para o processamento e a armazenamento de imagens intra e extraoral, quando falamos de Odontologia Digital, por exemplo.

Como escolher o seu computador

O computador ideal para a clínica é aquele cujo hardware, isto é, a parte física do computador, é capaz de processar o grande número de informações em alta resolução dos softwares (programas) específicos a serem utilizados (como o Ez3D-i).

Assim, a escolha correta dessas peças é que irá determinar o desempenho e a agilidade com as quais o profissional irá contar na sua rotina clínica.

Por isso, vamos a alguns critérios de seleção a seguir:

Velocidade de processamento

  • Processador (CPU)

É ele o cérebro da máquina, responsável pela maior parte dos processos do computador.

Desde a inicialização do sistema operacional a softwares, toda tarefa executada passa pelo processador.

Sua peça central é o CPU (Unidade Central de Processamento), o qual interage e faz as conexões necessárias entre os programas instalados, interpreta as informações enviadas de cada programa e gera a interface para que possamos interagir no computador, em três etapas.

Quando falamos do contexto de clínicas que utilizam a radiologia digital, o processador é fundamental pelo processamento, pela fluidez das coisas.

Desde o uso do navegador com múltiplas abas em uso ao software para manipulação de imagem 3D como Ez3D-i da Vatech, ele é fundamental para manter o trabalho ágil.

O recomendado nesse contexto de uso é, no mínimo, um processador de 9º geração, com ao menos 6 núcleos e 6 threads.

  • Placa de Vídeo (GPU)

Quando o assunto é imagem, a placa de vídeo é o principal componente necessário.

Apesar da CPU desempenhar um papel primordial, gráficos de elevada qualidade sobrecarregam sua operação.

Nesse sentido, entender o que é GPU se faz essencial.

A GPU (Unidade de Processamento Gráfico), é uma parte da placa de vídeo, seu chip, responsável por aliviar a sobrecarga do processador.

Por meio de sua capacidade de processamento gráfica altamente superior, na casa dos bilhões de cálculos por segundo, ela cumpre um papel essencial na informática para imaginologia.

Portanto, no contexto clínico, recomendamos no mínimo uma GPU com 4GB GDDR5, além do número de núcleos (stream processors ou núcleos cuda) de 768.

Dessa forma, assegura-se uma excelente capacidade de processamento gráfica das imagens.

Além disso, ela deve ser dedicada, isto é, não integrada de fábrica ao processador.

Espaço de armazenamento

Arquivos de tomografia, laudos radiológicos e outros da imaginologia requerem um grande espaço de armazenamento para que você possa realizar seu trabalho com a segurança de que tudo está sendo salvo.

Quando falamos em espaço de armazenamento, existem duas peças distintas para cumprir o papel: o HDD (Hard Disk Drive) e o SSD (Solid State Drives).

  • HDD: grava as informações de uma maneira mais mecânica, o que resulta em uma baixa resistência e um pouco mais de fragilidade. Seu preço é mais acessível para grandes capacidades de armazenamento como mais de 1000GB/1TB.
  • SSD: utiliza um método muito mais eficiente e altamente veloz, o que resulta em acessos instantâneos a informações. É mais eficiente em termos de gasto de energia e garante um desempenho maior no geral. No entanto, é um mais custoso.

 

O mais recomendado é utilizar o HDD ou simplesmente HD para o armazenamento de arquivos mais voláteis e pesados como laudos, e instalar o Sistema Operacional no SSD.

Dessa forma, garante-se uma rápida inicialização e fluidez no computador.

O uso da nuvem também pode ser cogitado para arquivos que demandem acessibilidade de diversos dispositivos, nesse caso, no entanto, devendo-se limitar a sua visualização.

Memória RAM

A memória RAM é determinante quando o assunto é velocidade de carregamento de arquivos, programas e páginas, simultaneamente (muito comum no trabalho em clínicas).

Ela funciona como um espaço temporário de memória que armazena informações vitais para a execução dos programas em uso, além do próprio Sistema Operacional.

Ela também facilita muito o trabalho do processador, que acessa mais rapidamente informações necessárias.

Portanto, quanto maior a capacidade das memórias RAM, maior será a fluidez do computador, mesmo sob ‘’estresse’’ de vários programas, arquivos e abas abertas.

3 fatores definem sua escolha:

1.Capacidade: medida em gigabytes (GB) e é determinante na qualidade do processamento de simultâneos programas ao mesmo tempo. Quanto maior a capacidade, melhor;

2.Frequência: medido em megahertz (MHz), reflete a velocidade de processamento dos dados;

3.DDR: significa a geração da placa de memória RAM. Quanto maior o número, melhor (a mais moderna é a geração DDR5).

Computador para clínica: notebook ou desktop?

A portabilidade dos notebooks, seu espaço físico mínimo necessário para operação são alguns dos principais fatores que influenciam as compras.

Entretanto, para os trabalhos relacionados à Radiologia Digital, alguns aspectos muito importantes dão preferência aos Desktops (computadores de mesa):

  • Fácil adaptabilidade: com a evolução constante dos softwares, a substituição do hardware por componentes mais modernos será necessária. O Desktop é muito maleável para tanto.
  • Fácil manutenção: como os componentes do hardware são facilmente acessados na placa-mãe, no caso de mal funcionamento de qualquer peça, basta abrir a tampa do gabinete. No notebook, é necessário desparafusar peças sensíveis.
  • Custo-benefício: o preço médio de notebooks com configurações de hardware (processador, placa-mãe, placa de vídeo, etc) costuma ser muito mais elevado em comparação aos computadores de mesa.

Resumo

Agora que você já conferiu todas as nossas dicas para escolher o computador ideal para sua clínica, aqui vai uma recomendação de setup básico para você:

  • Processador: Intel Core i5 9º gen;
  • Memória: 8 GB de RAM;
  • Placa de vídeo: NVIDIA® GeForce® GTX 1050 Ti 4GB VRAM;
  • Armazenamento: 1 TB de espaço disponível;

• Sistema Operacional: Windows 10 Pro, 64 bit.

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