Mulheres na ciência: conheça as mentes femininas por trás do progresso científico.

As mulheres na ciência

​Conheça grandes ícones femininos na ciência. As histórias dessas mulheres se confundem com a história da ciência, embora desconhecidas por muitos.

Anna Bertha Ludwig, o primeiro raio X do mundo.

Anna Bertha Ludwig” by Deutsches Röntgen-Museum is licensed under CC BY-ND 2.0.
Anna Bertha Ludwig” by Deutsches Röntgen-Museum is licensed under CC BY-ND 2.0.

Anna Bertha Ludwig era suíça, natural de Zurique, nascida em 22 de abril de 1839 e falecida em Munique, Alemanha, em 31 de outubro de 1919.

Ludwig entrou para história da comunidade científica internacional ao ter sua mão como alvo do primeiro raio X do mundo, em 22 de dezembro de 1895.

Sua coragem em aceitar o desconhecido em seu próprio corpo, em prol do avanço da ciência e confiando em seu marido, Anna foi fundamental para o sucesso do experimento.

Esse, por sua vez, seria logo replicado incansavelmente pelo meio científico, tendo sido reproduzido até mesmo pelo ilustre empresário norte-americano Thomas A. Edison – inventor da lâmpada incandescente.

A influência na radiologia odontológica

Com a evolução tecnológica do radiodiagnóstico a partir dos estudos iniciais do físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen (que descobriu o raio X), foi possível implementar uma revolucionária técnica nos consultórios odontológicos.

Portanto, principalmente a partir dos anos 70, contribuições científicas culminaram na invenção da tomografia computadorizada, pela qual seus inventores, Godfrey Hounsfield e Allan Cormack ganhariam o prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia em 1979.

Era uma ‘’virada de chave’’ na ciência. Agora, era possível visualizar o interior do corpo humano sem quaisquer necessidades de incisão ou dano aos tecidos biológicos.

Com a possibilidade de utilização dessa técnica no âmbito odontológico, tornou-se possível o desenvolvimento de equipamentos cada vez mais sofisticados, com diagnósticos mais precisos.

Nesse contexto, nosso pioneirismo também entra na história por meio do primeiro Raio X Digital 3 em 1 do mundo, o Vatech Picasso Trio.

Assim, a partir do experimento realizado quase 70 anos antes na mão da corajosa Anna Bertha Ludwig, originou-se uma revolução tecnológica sem precedentes, inclusive, nos diagnósticos clínicos.

(Wilhelm Röntgen., Public domain, via Wikimedia Commons)
(Wilhelm Röntgen., Public domain, via Wikimedia Commons)

A primeira mulher dentista do mundo.

Dra. Lucy Beaman Hobbs, Public Domain, via WikiCommons.
Dra. Lucy Beaman Hobbs, Public Domain, via WikiCommons.

Dra. Lucy Beaman Hobbs é um nome que se traduz em resiliência, luta e coragem.

Natural de Nova Iorque, a norte-americana tinha o sonho de cursar medicina, no entanto, foi recusada pela universidade de Ohio – que sugeriu que estudasse odontologia.

Obstinada, ela percorreu um árduo caminho até finalmente conquistar seu diploma na área.

No ano de 1861, Lucy abriu seu próprio consultório em Iowa (prática comum, uma vez que poucos tinham diplomas), construindo uma grande reputação e alcançando proficiência em 3 anos.

Pouco tempo depois, em 1865, Lucy foi contemplada com a admissão no Ohio College of Dental Surgery, o qual, reconhecendo sua expertise, não exigiu mais que uma sessão para que ela se graduasse no ano seguinte.

Dessa forma, Lucy se tornou a primeira cirurgiã-dentista do mundo, apesar das limitações sociais colocadas à época, inspirando várias outras mulheres.

Mulheres na ciência: ícones históricos

Émilie du Châtelet, CC by Deagostini
Émilie du Châtelet, CC by Deagostini

Mulheres na ciência como as já apresentadas, são cada vez mais – merecidamente – lembradas e homenageadas em nossas sociedades.

Da história antiga à moderna, muitas outras mulheres notáveis e geniais compõem a história da ciência e seu avanço.

E em outros ramos da ciência, para além da radiologia e odontologia, não é diferente.

Como exemplos, confira outros verdadeiros ícones femininos da ciência abaixo:

  • Trotula de Salerno (1050 – 1097)

Natural da região de Salerno, sul da Itália, foi uma grande médica e mestre de medicina de sua época. Seus estudos sobre o corpo feminino culminaram em um acervo precursor de áreas como a ginecologia, e exerceu grande influência em seu tempo.

  • Émilie du Châtelet (1706 – 1749)

Autora francesa, cientista física e matemática. Foi responsável por traduzir e comentar a obra de Newton, Principia Mathematica, para o francês. A tradução foi responsável por disseminar em larga escala a obra por toda França. Além disso, também foi uma das principais contribuidoras da primeira enciclopédia publicada no mundo.

  • Elizabeth Garrett (1836 – 1917)

Foi a primeira mulher a se tornar prefeita na Inglaterra, sua terra natal.

Lá, pavimentou a luta pelo direito ao ingresso universitário das mulheres nas carreiras médicas e fundou o primeiro hospital cujo quadro de colaboradores era inteiramente composto por mulheres em seu país.

  • Marie Curie (1867-1934)

De origem polonesa, Marie Curie estudou física e química, além de ser responsável pela descoberta de dois elementos químicos da tabela periódica: polônio (em homenagem ao seu país natal) e o rádio (cunhou o termo radioatividade). Foi a primeira mulher a receber o prêmio Nobel da Física, em 1903. Posteriormente, também conquistou ser a única pessoa a receber dois Nobel de áreas distintas, em consequência de ter sido laureada com o Nobel de Química, em 1911.

Esse post é uma homenagem ao dia internacional da mulher.

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